Por Gabriel Chalita (Revista Profissão Mestre)

Experimentamos, na vida, todos os tipos de sensações e provações. Trilhamos caminhos que ora são acolhedores, ora são profundamente dolorosos. Ritualizamos momentos. Celebramos aniversário, formatura, novo emprego, prêmios, aprovações em concursos, defesas de teses, casamento. De outro lado, separações, mortes, demissões, injustiças, inveja, mentiras. O riso ou as lágrimas convivem conosco. A euforia e o desânimo também. E, assim, vamos nos construindo, nos educando.

Por Gilberto Dimenstein

“Um dos garotos disse que pensava que poesia era aquilo meloso que se escreve para a namorada”. ATÉ esta semana, aquele grupo de 15 grafiteiros jamais imaginaria que um amontoado de palavras soltas, espalhadas pelo papel, sem formar uma frase, também poderia ser chamado de poesia.

Por Ana C. Maturano

Na  coluna anterior, falamos sobre a agressividade, o quanto ela está presente e tem se manifestado de maneira intensa e turbulenta em nossas vidas. Sem ser privilégio dos adultos ou adolescentes, também observamos em crianças ações violentas. Elas que geralmente são tidas como criaturas inocentes e sem maldades.

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